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domingo, 13 de novembro de 2011

A volta dos que não foram

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Então, deu saudade dos tempos em que eu ainda tinha inspiração de sobra. Mudei o layout, reli alguns textos e decidi voltar a este espaço. Um pouco tímida (verdade), mas já é um começo. É isso... nos vemos por aí!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Para Isis Pessoa

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Estou adiando estas palavras há algum tempo... Talvez porque, mesmo estando ao seu lado e compartilhando cada momento da sua decisão, ainda não acreditava que dentro de poucos dias você não estaria mais aqui. Foi rápido e decisivo. Não tenho dúvidas de que será maravilhoso!

O aprendizado, a inserção num mercado maior, mais organizado e a proximidade daqueles a quem você mais ama – tudo isso te fará muito bem (aproveite!). Te agradeço por tudo: pelo primeiro dia onde a sua companhia fez toda diferença, pelas  dicas, pelos toques, pelos risos, pelos almoços, pela preocupação.

Com certeza, você é um dos motivos pelo qual Deus me trouxe para Aracaju. Digo isso porque, nas minhas convicções espirituais, sei reconhecer a importância de cada pessoa que passa pela minha vida. Sua conduta profissional me inspira a querer ser melhor, aprender mais, evoluir. Como pessoa eu nem tenho o que dizer. Conquistou minha amizade de cara! Saiba que você tem duas pessoas com quem contar: eu e Doriva.

No pouco tempo que passamos juntas, aprendi muito com você e quero que você saiba o quanto me orgulha te ver decidida a encarar este desafio. Fico aqui, torcendo pelo seu sucesso. Aproveite cada momento, cada oportunidade. O encanto da nossa querida Salvador trará o sorriso que andou escondido pelas preocupações e pelos “apertos de mente”. Nos vemos em breve.



Xêro

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Música

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Acho graça de como a música transforma o meu dia. Nada termina como começa quando nos deixamos levar por belas canções. Tá, não preciso filosofar tanto assim... mas é que faz parte da imersão na qual me encontro. Nem é só isso de palavras bonitas e letras encantadoras, é mais do conjunto da obra: aquela batida forte, a entonação do intérprete e do subconsciente pedindo pra ser feliz a todo custo.

A imersão de hoje começou com um clipe lindinho, a cara do Beirut. Cheguei até ele pelo burburinho do Facebook e me perdir na narrativa e na sequência de imagens felizes. Terminei de assistir e admiti "impossível não se sentir feliz depois de assistí-lo". O nome do clipe é Oração, da Banda Mais Bonita da Cidade, olha só que gracinha:


Felicidade instaurada, decidi continuar nesse clima bom. Fui reviver melodias que me fizeram feliz, cheguei na música A Janela, do Círculo. Música linda que me conduziu ao diploma na colação de grau, música que me inspirou nos meus dias confusos durante a graduação, música de um tempo onde minhas maiores preocupações estavam em conseguir me divertir todos os dias. Música de muitas interpretações: de amizade, de amor, de lembrança, de medo e de coragem. Música desta moça da janela que durante muito tempo viveu amores impossíveis, mas que finalmente se encontrou num amor real.Enfim, ela decidiu sair da janela e ir viver!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Entrevista com Roberto Shinyashiki

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(Publicada originalmente na Revista Istoé de 19/10/2005 – Por Camilo Vannuchi)


ISTOÉ – Quem são os heróis de verdade?

Roberto Shinyashiki – Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.


ISTOÉ – O sr. citaria exemplos?

Shinyashiki – Dona Zilda Arns, que não vai a determinados programas de tevê nem aparece de Cartier, mas está salvando milhões de pessoas. Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.


ISTOÉ – Qual o resultado disso?

Shinyashiki – Paranóia e depressão cada vez mais precoces. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.


ISTOÉ – Por quê?

Shinyashiki – O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.


ISTOÉ - Há um script estabelecido?

Shinyashiki – Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa O aprendiz? “Qual é seu defeito?” Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: “Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.” É exatamente o que o chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder. O vice-presidente de uma das maiores empresas do planeta me disse: “Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir.” Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor? 


ISTOÉ - Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?

Shinyashiki – Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.


ISTOÉ – Está sobrando auto-estima?

Shinyashiki – Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parece que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.


ISTOÉ – Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?

Shinyashiki – Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: “Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham.” Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.


ISTOÉ – O conceito muda quando a expectativa não se comprova?

Shinyashiki – Exatamente. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.


ISTOÉ – É comum colocar a culpa nos outros?

Shinyashiki – Sim. Há uma tendência a reclamar, dar desculpas e acusar alguém. Eu vejo as pessoas escondendo suas humanidades. Todas as empresas definem uma meta de crescimento no começo do ano. O presidente estabelece que a meta é crescer 15%, mas, se perguntar a ele em que está baseada essa expectativa, ele não vai saber responder. Ele estabelece um valor aleatoriamente, os diretores fingem que é factível e os vendedores já partem do princípio de que a meta não será cumprida e passam a buscar explicações para, no final do ano, justificar. A maioria das metas estabelecidas no Brasil não leva em conta a evolução do setor. É uma chutação total.


ISTOÉ – Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?

Shinyashiki – Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo. Um amigão me perguntou: “Quem decidiu publicar esse livro?” Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.


ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?

Shinyashiki – O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas. A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança. Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.


ISTOÉ – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?

Shinyashiki – A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade. A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais. A segunda loucura é: “Você tem de estar feliz todos os dias.” A terceira é: “Você tem que comprar tudo o que puder.” O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: “Você tem de fazer as coisas do jeito certo.” Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você precisa ser feliz tomando sorvete, levando os filhos para brincar.


ISTOÉ – O sr. visita mestres na Índia com freqüência. Há alguma parábola que o sr. aprendeu com eles que o ajude a agir?

Shinyashiki - Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: “Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero ser feliz.” Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis. Uma história que aprendi na Índia me ensinou muito. O sujeito fugia de um urso e caiu em um barranco. Conseguiu se pendurar em algumas raízes. O urso tentava pegá-lo. Embaixo, onças pulavam para agarrar seu pé. No maior sufoco, o sujeito olha para o lado e vê um arbusto com um morango. Ele pega o morango, admira sua beleza e o saboreia. Cada vez mais nós temos ursos e onças à nossa volta. Mas é preciso comer os morangos.

quinta-feira, 31 de março de 2011

De como as palavras me vieram...

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Há alguns minutos atrás postei no Twitter uma frase que refletia as minhas tentativas de escrever alguma coisa legal:

"Resolvi me calar, guardar os sentimentos em mim e esperar que as palavras certas apareçam"

Ja tinha desistido de escrever, quando uma janelinha do MSN começou a piscar. Era um amigo tecendo comentários sobre a campanha que fiz ontem no Twitter. Ele podia apenas ter me dito "oi, gostei da campanha.estou  torcendo por você"; como todo mundo fez. Mas ele decidiu ir além, decidiu me constranger e me dizer as palavras mais estimulantes que eu poderia ler. Entre outras coisas, falou de como acredita em mim e nas minhas habilidades para ser uma boa profissional. Aliás, falou sobre mim e sobre como espera que  meu lado profissional seja tão bom quanto o pessoal [ah lá o Faustão]. Até parece que eu sou mesmo essa coca-cola toda! Acho que eu gostei mesmo foi da sinceridade. Afinal, que mulher espera ler isso aqui: 


"vc vive como um homem! me utilizando de todas as estratégias misóginas póssiveis p qualificar bem uma mulher,
mas vc é femea e age como tal com dignidade absoluta
e eu pago MUITO pau pra vc"


Do jeito franco dele de me dizer as coisas, ele me chama de "desgraça" pra dizer que gosta de mim. E me diz das conversas de ontem na mesa do bar como se aquele lugar fosse a tribuna que usou para defender a minha causa. Taí um momento pra posteridade...esse de minutos atrás. Já admiti outras vezes que não me dou bem com elogios. Acho que todas as camadas de alegria que uso para me cobrir, escondem uma timidez gigante. Com críticas e xingamentos eu sou boa, as vezes até encaro como elogio... assim, por confundir as emoções. O fato é que fiquei vermelha, quis chorar, quis fechar a janela e correr pro quarto - pra deitar na cama e pensar em tudo.

Agradeci da minha forma de agradecer, torci por nós dois e nossas carreiras e decidi que, a partir de hoje, eu vou lutar por mim. Nem que seja pra ser reconhecida por pessoas assim, do meu cantinho esquerdo do peito... metades da alma.

quarta-feira, 30 de março de 2011

BOA AÇÃO

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JOGOS MORTAIS

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Divulgação

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De uma boa possibilidade

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Olá Pessoas,

Estou concorrendo a uma vaga de Redatora (web) na Ente Propaganda, em Aracaju.
Passei nas duas primeiras etapas de seleção e para passar na terceira preciso da ajuda de vocês.
Basta entrar no Twitter e postar a frase: Oi @AndinhoAJu , eu conheço a @sc_janaina e acho que ela merece a vaga de Redatora (Web) na @entepropaganda .  #eunaentejanaina

Também podem utilizar a Hashtag #eunaentejanaina em suas postagens durante o dia.



Conseguindo a vaga, além de ficar muito feliz, fico em dívida com todos vocês.

terça-feira, 22 de março de 2011

Exagero de informação!

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Blogs, Sites, Perfis em redes sociais, Vídeos, Charges, Crônicas e Sátiras, Reportagens, Poemas, Futilidades... Tanta coisa nessa rede que nem sei se, ao fim do dia, estou mais inteligente ou perplexa com tudo que vi por aqui. Faço minha mente de peneira, tentando selecionar as informações que ficam. 

Insisto em buscar novos conhecimentos profissionais e acabo parando em blogs de humor; tento atualizar minhas leituras e descubro tutoriais no youtube que as sintetizam em alguns minutos; leio jornais online e, ao invés das notícias do dia, meu olho corre a página buscando interfaces mais dinâmicas. É uma disputa constante entre o intelecto e a minha pluralidade sensorial. Será que só eu fui afetada por essa coisa de ter o mundo na ponta dos dedos, ou todo mundo se sente assim de vez em quando? 



(título em homenagem a Késsija Moreira)